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segunda-feira, 28 de março de 2011
sábado, 19 de março de 2011
Rolltop: o computador dobrável
Rolltop: o computador dobrável: "Há um ano você conheceu o “Laptop do futuro”, um notebook-conceito alemão que podia ser enrolado e levado para qualquer lugar sem problemas. Grande apelo estético acompanhado de ótimos recursos técnicos, este computador era o Rolltop, que, mesmo sendo conceito, acaba de ganhar uma atualização.
Ele se assemelha a um pincel em forma de rolo quando está dobrado. Para assumir esta forma, ele precisa ser enrolado tal qual este tipo de pincel. Quando desenrolado, o Rolltop oferece uma tela com um bom tamanho, de 17 polegadas, e sensível ao toque.
O núcleo, onde o computador é enrolado, conta com uma fonte de energia, alto-falante, webcam, portas USB e muito mais. Mais informações você encontra no site oficial do Rolltop."
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Egito em Crise!
Os confrontos do Egito se intensificam dia a dia, os Partidaríos do presidente Hosni Mubarak e oposicionistas se enfrentam na praça tahrir, na cidade do Cairo. Todos estão tentando defender seus objetivos com paus e pedras, pena que é esse o problema. Varias pessoas estão saindo feridas dessa guerra com pedradas na cabeça e varias outras partes do corpo.
Os conflitos estão levando multidões para a praça Tahrir, para confrontos violentos e sanguinários.
Os conflitos estão levando multidões para a praça Tahrir, para confrontos violentos e sanguinários.
Novela do Salário mínimo. Mais uma reunião sem acordo.
Mais uma reunião para tratar do valor do novo salário mínimo terminou sem acordo. Desta vez, longe de Brasília, o encontro entre representantes do governo e das centrais sindicais ocorreu nesta sexta-feira, em São Paulo. Presentes, os ministros da Fazenda, Guido Mantega, do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, e da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho. Nenhum lado cedeu – o governo insiste no valor de 545 reais e os sindicalistas pleiteiam 580 reais.
Na saída, os representantes das centrais subiram o tom. Disseram ter ficado “frustrados” e “preocupados” com o comportamento da equipe da presidente Dilma Rousseff. O ministro da Fazenda, por sua vez, afirmou que o governo não irá alterar a proposta que defende, baseada no acordo firmado em 2007 com os trabalhadores. “Não estamos inventando nada, é apenas o cumprimento do acordo”, ressaltou Mantega.
Segundo ele, os encontros têm sido feitos para fazer valer o documento assinado durante o governo Lula para os próximos quatro anos. Os sindicalistas dizem concordar com os termos do acordo. Mas querem um ganho real do mínimo já neste ano.
O impasse tem origem no cálculo usado para o reajuste. Como o PIB de 2009 foi negativo, o aumento seria calculado somente com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede a inflação para famílias de baixa renda. Com isso, o mínimo não apresentaria ganho real em 2011, somente no ano que vem. Os sindicalistas e alguns parlamentares rejeitaram a adoção da regra neste ano, exigindo que fosse considerado o PIB de 2010, que foi positivo.
Para o ministro da Fazenda, não há motivos para discutir a mudança do valor. “Todo mundo concorda com a política de valorização, mas eles querem uma exceção para 2011. Para o governo, ou vale para todos os anos ou não vale para nenhum”, enfatizou. “Se o governo tivesse uma sobra de recursos, poderíamos até considerar outro valor, mas esses valores impactam as contas públicas nesse momento de redução de despesas.”
Ameaça - Após a reunião, que durou cerca de três horas, líderes das centrais sindicais dispararam frases em tom de ameaça. “Estamos frustrados e preocupados com a política do governo Dilma, que segue a mesma que não deu certo há alguns anos, quando houve desemprego e sofrimento para a população”, disse o presidente da Força Sindical, deputado federal Paulo Pereira da Silva (PDT-SP). “Foi frustrante ficar tanto tempo reunido para ouvir o que já ouvimos em outros encontros.”
Os dirigentes das centrais sindicais disseram estar abertos a reduzir o valor de 580 reais, mas somente se o governo apresentar um aumento maior para o salário mínimo, para o dos aposentados e para a correção da tabela de Imposto de Renda (IR). “É um absurdo eles falarem que não dá para aumentar o salário por causa de um risco de inflação que não existe, é um argumento fora da realidade”, criticou o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Artur Henrique da Silva.
Embate - O cabo de guerra referente ao ajuste do salário mínimo é o primeiro grande teste da relação entre o governo Dilma e os parlamentares. O Executivo vai enviar a MP com o novo valor ao Congresso até o início de março, mas, antes, tem tentado chegar a um consenso sobre o número para garantir que a proposta seja aprovada sem problemas.
Embate - O cabo de guerra referente ao ajuste do salário mínimo é o primeiro grande teste da relação entre o governo Dilma e os parlamentares. O Executivo vai enviar a MP com o novo valor ao Congresso até o início de março, mas, antes, tem tentado chegar a um consenso sobre o número para garantir que a proposta seja aprovada sem problemas.
Na quarta-feira, a presidente deu o primeiro passo para tentar amansar deputados e senadores. Na mensagem lida por ela na abertura dos trabalhos do Congresso, disse que irá enviar o projeto de uma política de longo prazo para o reajuste do mínimo.
No entanto, Mantega foi enfático ao dizer que o governo não vai modificar o valor de 545 reais. Em protesto, sindicalistas ameaçam mobilizar trabalhadores e parlamentares aliados. “Se o governo não sair dessa fixação, o embate será no Congresso Nacional”, alertou o presidente da Nova Central de Sindicalistas do Brasil, José Calixto. Perguntados se a revolta contra o governo poderia ser encarada como uma declaração de guerra, os sindicalistas soltaram um “ainda não”.
O secretário-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, afirmou que novas reuniões serão marcadas para discutir a questão. “Não havendo acordo, vamos enviar ao Congresso da mesma forma e lá vamos tentar convencer os parlamentares sobre a correção dessa política”, declarou.
Fonte: Veja
http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/salario-minimo-mais-uma-reuniao-sem-acordo
Fonte: Veja
http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/salario-minimo-mais-uma-reuniao-sem-acordo
Facebook faz 7 anos e concorrente despenca!!!!
Nesta sexta-feira, o mais jovem bilionário do mundo, Mark Zuckerberg, tem um bom motivo para soprar uma velinha: o Facebook, site criado por ele em 2004, completa sete anos de vida, avaliado em cerca de 50 bilhões de dólares e com mais de 500 milhões de cadastrados. Um dia antes, seu (ex) maior rival, o MySpace, anunciava mais uma vez ao mundo que está com o chapéu na mão. Não é tarde para perguntar: por que as duas redes sociais tiveram destinos tão diferentes? Por que, depois de ser gigante, o MySpace parece estar no chão?
Fundado em 2003 e vendido dois anos depois para a News Corp, do magnata das comunicações Rupert Murdoch, por cerca de 580 milhões de dólares, o MySpace foi um pioneiro no segmento. Chegou a reunir mais de 230 milhões de usuários em todo o mundo. Foi o Facebook do período compreendido enter 2003 e 2006. Grandes empresas como Unilever, Disney, Fox e Pepsi acorreram ao site para alimentar comunidades relacionadas a suas marcas. No entanto, desde 2008, o site perde prestígio continuamente. Ao contrário do Facebook, o MySpace parou no tempo. Ou como resume Danah Boyd, pesquisadora da Universidade de Stanford: “A empresa tem boas propostas, mas não se atualizou e virou coisa de criança”.
Entre 2007 e 2008, tornou-se evidente a mudança de comportamento dos usuário de redes sociais, que passaram a exigir que os sites evoluam na velocidade do seu amadurecimento. A News Corp, contudo, agiu na contramão dessa demanda. À época, o público do MySpace tinha entre 14 e 17 anos e a empresa tratou de investir cada vez mais nesse filão, em lugar de amadurecer com ele.
O Facebook, por outro lado, que nascera focado no público das universidades, tratou de evoluir com o não-universitário que afluiu para sua página. Some-se a esse esforço a decisão de manter, desde 2006, uma API pública, que permitiu que a rede de Zuckerberg ganhasse ainda mais espaço. A partir disso, desenvolvedores independentes passaram a projetar atrações como games para a rede, fazendo receita e atraindo mais usuários. Hoje, só a empresa Zynga, criadora dos games sociais Farmville e Cityville, dois blockbusters, vale mais de 5 bilhões de dólares, cifra superior à da Eletronic Arts, desenvolvedora dos jogos para console de futebol Fifa.
Percebendo que havia água em seu barco, o MySpace decidiu investir na segmentação. De rede social aberta, transformou-se em nicho voltado a interessados em música, um centralizador de bandas e fãs. Ali, por exemplo, surgiu, em 2007, a cantora Mallu Magalhães. O site virou trampolim e vitrine para uma música, digamos, menos comercial. À medida que encarnava o perfil musical, o MySpace perdia adeptos, mais interessados em “conectar pessoas” – não por acaso, lema do rival Facebook. Já era tarde.
Recentemente, o MySpace tentou em um golpe ganhar sobrevida, lançando uma nova versão do site, com novo foco em música e entretenimento, uma tentativa de retomar o prestígio no mercado que ajudou a criar. Não conseguiu. Nesta semana, veio a público dizer que procura um comprador. Enquanto Zuckerberg sopra uma velinha, Murdoch pode derramar uma lágrima.
Fonte: Veja
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